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Henrique Sotero, o violador de Telheiras tem grupo de (fans) de apoio no Facebook

Segundo noticiou o Jornal "Correio da Manhã" na sua edição de dia 1 de Abril foi criado no facebook um grupo de apoio a Henrique Sotero (ver página no facebook), que ficou conhecido como o violador de Telheiras.
O grupo que se denomina "Sotero: Pessoas que acham que o Henrique merece uma oportunidade" justifica o seu apoio dado àquele "predador sexual" justificando-se ante o cabeçalho:
"O Henrique merece uma oportunidade de poder viver a vida. Fez mal, mas agora merece ser ajudado a ultrapassar!".
No perfil completo do grupo para que não restem dúvidas quanto às sua intenções, pode lêr-se:
"Grupo de pessoas que acham que o Henrique apesar do mal que fez merece ser ajudado. Pessoas sofreram e sofrem, agora sofre ele pelo que fez. Vamos dar uma oportunidade? Se fosse o vosso filho também tentavam ajuda-lo não era? Ninguém apoia o crime. Apoiamos sim a reintegração sem rancor e sem mazelas. Porque não? O Henrique merece um dia voltar à sociedade e refazer a sua vida. Sabemos que nem todos o vão fazer, nem todos o vão apoiar, mas nem todos são assim. Somos pessoas humanas que sabemos pensar que se no lugar dele tivesse um elemento da nossa familia ou da nossa casa, também o iriamos querer ajudar. Correcto? E então? Volto a dizer que ele fez o que não devia ter feito, mas terá de ser ajudado na reintegração."
O próprio cabeçalho que descreve o nome do grupo parece apontar ele mesmo para a grande e desproporcional desvalorização dos actos cometidos por aquele a quem o referido grupo dentro da liberdade de opinião e de expressão que a constituição da República Portuguesa garante procura apoiar. É importante referir que no estado de direito democrático de que fazemos parte, a par da liberdade de expressão que nos deverá assistir a todos, a Constituição da nossa República também nos garante a todos a nossa autodeterminação sexual (os crimes de pedofilia e de abusos de menores são crimes contra a autodeterminação sexual segundo o Código penal) e a nossa liberdade sexual (os crimes de violação cometidos sobre pessoas adultas enquadram-se nos crimes contra a liberdade sexual).
".... Fez mal...."."Roubou alguns rebuçados?
Não!! Atentou contra a liberdade, e contra a vida, e também contra a propriedade das vítimas quando lhes tirou os telemóveis.
Atentou contra a vida de pessoas.
As mulheres são pessoas!
E a vida é muito mais do que a existência física, que é apenas parte dela.
Os actos que cometeu, não poderão ser vistos como uma simples questão de mau-comportamento.
Aquilo que fez causou e muito decertamente continuará a causar um mal-duradoiro na vida das mulheres a quem agrediu, Humilhou e violentou..
Nas jovens mulheres a quem agrediu na sua dignidade...
As violações de que é acusado ocorreram num periodo de cerca de dez anos, dez anos nos quais poderia ter-se arrependido, mas nos quais tendo tido possibilidade de fazê-lo não o fez.
O que é que o fez arrepender-se então de forma tão estratégicamente conveniente?
Há de facto alguns contornos obscuros nesta história, levando portanto a sugerir que a detenção do sr Sotero já estaria antecipada e que havia portanto de acelerar os trâmites legais até à formalizção do acto.
Quanto ao facto de merecer refazer a sua vida, evidentemente merecerá quando trabalhar para isso e pagar o preço que a lei, dita igual para todos, lhe impõe...Ou seja,o cumprimento da sentença que em Juízo lhe couber por estípulo.
Sustêm os membros daquele colectivo como argumento (de pouco peso) que seria diferente se o caso acontecesse com o filho de qualquer outra pessoa, e que qualquer outro amigo, pai, progenitor procuraria defendê-lo se estivesse nas mesmas circunstâncias, mas a verdade é que os pais que querem o bem dos filhos não se furtariam a denunciar um filho que cometesse crimes tão hediondos.
Oportunidade de se tratar e de se reabilitar tê-la-á...e como se diz colherá entretanto aquilo que semeou.
E reportando-nos a analogias familiares, todos nós temos mães, irmãs,tias, esposas e não quereremos e nem quereriamos tão-pouco ver sucedido a elas , aquilo que sucedeu a estas cerca de 40 mulheres indefesas.
Os objectivos daquele grupo, salvaguardando a liberdade de expressão a que têm direito são fúteis, pouco claros e nada concisos.
Num dos comentários diz-se que depois de cumprida a pena que lhe cabe, o sr Sotero terá todo o direito a refazer a sua vida.
Neste aspecto o que o tornará diferente dos demais condenados por violação ou de outros condenados por um qualquer outro delito?
A justiça portuguesa tal como qualquer outra justiça europeia salvaguarda o direito a qualquer pessoa cumprida a sua pena de refazer a sua vida, sendo que 10 anos depois o condenado terá um registo criminal limpo; o que no caso de criminosos sexuais se deveria acautelar, um tanto como no exemplo dos Estados Unidos, pela criação de uma base de dados de "Sexual Ofenders" na qual os agressores sexuais tivessem lugar cativo e por evitar quaisquer contactos entre agressor e vítimas.
Sendo ele "compulsivo" tal como se diz, poder-se-á comparar o mesmo distúrbio a um qualquer outro da mesma ordem compulsiva como o alcoolismo ou a tóxico-dependencia: uma reincidência poderá ser o fósforo que desencadeia a fogueira.
Daí a importância da criação de uma base de dados de Sexual Ofenders.
O estigma social a que o grupo se refere nasce do medo que a sociedade tem e que todos nós partilhamos de poder a vir a ser agredidos e molestados por quem de alguma forma já quebrou a nossa confiança.
Se há regra sem excepção?! Obviamente que não, e de facto a excepção desmente a regra.
No caso concreto deste senhor caberá a ele no tempo apropriado demonstrá-lo...
Provávelmente a sociedade esquecê-lo-á quando de aquí há alguns anos voltar às ruas, mas esquecê-lo-ão as vítimas?Terão elas próprias "esquecido" as "mazelas"? poderão algumas daquelas mulheres, algumas jovens, voltar a confiar nos homens?Ficam muitas questões no ar , não é verdade???
E talvez aquela que se tornará então mais pertinente é em que é que a existência de um grupo de apoio o beneficiará?
Se em perto de dez anos não pôde ou não quís reconhecer os errores da sua conduta, a existência de um grupo de apoiantes não lhe irá de algum modo acrescentar legitimidade e até alguma indeferença por aquilo que fez, tendo o efeito contrário de ao invés de reabilitá-lo fazê-lo sentir-se como que justificado e digno de alguma piedade, ante a excusa de que fez aquilo que fez porque é uma pessoa doente???
Nada o torna especial e diferente, e lembremo-nos que Henrique Sotero era alguém que aparentemente tinha tudo para ter uma vida que se enquadrava dentro dos parametros normais.
Inclusive tinha uma namorada com quem contava casar...
Há em Portugal muitos que estudam e lutam por ter um emprego, que não conseguem,,,muitos que lutam por se valorizarem e são discriminados...
são portanto justificadas as expressões de desalento e de raiva que casos como este nos trazem...
Bom....
Vejamos agora o lado das vítimas e tentemos compreender de que forma o" mau comportamento" do Sr. Sotero poderá afectar as sua vidas, pois elas são a parte menos falada, a mais silenciosa e sem sombra de dúvida , aquela parte que por justo e completo merecimento, merecerão sim refazer as suas vidas.
O que é Violação?
Estupro ou violação é a prática não-consensual de conjunção carnal, imposta por meio de violência ou grave ameaça de qualquer natureza, ou ainda imposta contra pessoas incapazes de consentir com o sexo.
Portanto na sequência da definição anteriormente exposta O Sr. Henrique Sotero utilizando meios coercivos (ameaçando as suas vítimas com uma faca de cozinha) incutiu nas mulheres que atacou e violou o medo de que caso não cedessem ás suas ameaças as mataria ou causaria algum tipo de lesão física; fazendo-se valer de violência física obrigou-as a fazer algo que contrariava o seu direito e liberdade individual de escolha.
Algo que, ele possuindo os estudos académicos que possuía dificilmente seria pouco consciente ou sabedor doa ilicitude dos actos que practicava.
As consequências físicas , psicológicas e sociais do crime de violação.
De acordo com o artigo públicado na diciopédia sobre os efeitos e consequências de uma violação, tanto um como o outro incluem trauma físico e psicológico.
Contudo a força física não é necessáriamente empregue numa violação, e as feridas físicas não são sempre uma consequência.
As mortes associadas ao crime de violação poderão também ocorrer, apesar da prevalência de fatalidades no decurso de uma violação variar considerávelmente dependendo do lugar do mundo.
Para as vítimas de violação as consequências mais comuns da violência sexual são aquelas que se relacionam com a saúde reprodutiva, com a saúde mental e com o bem estar social.
OS Efeitos a nível físico:
Ginecológicamente:
As sequelas ginecológicas mais frequentes são:
-Corrimento sanguíneo ou infecção vaginal
-Irritação genital
-Dores durante as relações sexuais
-Dores crónicas Pélvicas e infecções do tracto urinário."
Algumas outras consequências para as vítimas de violação incluem:
-Gravidez indesejada (também ela marcante, pois a vítima tenderá a rever na futura criança a experiência traumatizante porque passou.)
-Doenças Sexualmente transmissíveis
Os efeitos psicológicos (sequelas emocionais) resultantes de uma violação
A Auto-censura (auto-culpabilização) está entre os efeitos a curto e longo prazo e funciona como uma forma de evitamento de lidar com a situação traumática, que inibe ao processo curativo e pode frequentemente ser remediada por uma técnica de terapia cognitiva conhecida por reestrituração cognitiva.
Há 2 tipos de auto-culpabilização: auto-culpabilização comportamental (Auto-culpabilização não merecida baseada em acções) e autoculpabilização cracteriológica ( Auto -culpabilização baseada no caracter).
As vítimas que experienciam a autoculpabilização baseada no comportamento acham que deveriam ter feito algo diferente, e deste modo sentem-se culpadas.
As vítimas que experienciam a autocupabilização caracteriológica acham e sentem que há algo inerentemente errado com elas que terá causado ter merecido serem atacadas.
Uma importante pesquisadora das causas psicológicas para a culpabilização (e para o fenómeno culpa em geral) e dos seus efeitos, June Tangney, lista cinco formas em
como a culpa e a vergonha podem ser destruitivas:
-Falta de motivação para procurar apoio e ajuda
-Falta de empatia
-Cortarem-se e afastarem-se do contacto com os outros(auto-isolamento)
-Raiva
-Agressão
A Dr. Tangney diz que a vergonha e a culpa têm uma ligação especial com a raiva.
"Na vida diária, quando as pessoas sentem vergonha ou raiva, elas tendem a voltar-se contra alguém e a procurar vingar-se."
Em acréscimo, a vergonha está relacionada com problemas psicológicos-tais como distúrbios alimentares, abuso de substãncias, ansiedade, depressão, e outras desordens do foro mental tais como comportamentos morais problemáticos.
Num estudo de vários anos, as crianças propensas a sentimentos de vergonha eram propensas ao abuso de substâncias, actividade sexual precoce, menos actividade sexual protegida, e envolvimento com a justiça criminal.
A auto-culpabilização de origem comportamental está associada a sentimentos de culpa existentes no interior da vítima.
Enquanto que a crença de que alguem tenha tido o controle durante a agressão (contole passado) é associado a menos angústia, menor recorrência de sentimentos de culpa. e maior reprocessamento cognitivo.
Algumas das outras consequências emocionais decorrentes da violação são:
-Suicídio
-Stress pós-traumático
-comportamentos auto-destrutivos"
As vítimas de violação estão também sujeitas ao Trauma Pós-violação, uma desordem psicológica em cujos sintomas se incluem, entre outros:
-Atenção reduzida
-perda de equilíbrio
-pensamentos desorganizados.
-Vómitos
-Nauseas
-Ansiedade paralizante
-Tremores internos pronunciados.
-Obssessão para se lavarem e se limparem (As vítimas de violação senten-se "sujas" e feridas na sua dignidade pessoal).
-Histéria e ataques de choro.
-Aturdimento.
-Sensitividade aguda às reacções das outras pessoas"
A somar-se a isto tudo há também as sequelas de origem social resultantes da estigmatização da vítima pois em muitas sociedades uma mulher vítima de violação é vista como culpada da agressão sexual que sofreu, assistindo-se em muitos casos a uma segunda victimização da vítima de violação.
Esta segunda victimização acontece frequentemente através do contacto da vítima com as pessoas e instituições através de tratamento degradante e linguagem inapropriada por parte do pessoal médico e outro a quem a vítima possa recorrer durante a apresentação por exemplo de uma queixa numa esquadra da polícia.
-Um exemplo recentemente ocorrido foi noticiado nos média e em particular na edição Online do jornal "O Público" de 19 de Agosto de 2009, e dava conta de uma situação em que uma jovem de 17 anos ( que se presume tenha sido vítima do Violador de Telheiras-este mesmo predador) teve de esperar cerca de 12 horas sem tomar banho ou ingerir alimentos até que fosse vista por um médico legista por no Hospital de Santa Maria não haver naquele turno e naquele mês de Agosto algun disponível.
Uma situação angustiante, geradora de bastante ansiedade e que jogará com os sentimentos de raiva e revolta da vítima que não é examinada a tempo ...
Segue-se um estrato da notícia conforme veiculada pelo "Público de 19-08-2009):
Durante Agosto, não há médicos do instituto disponíveis à noite
Vítima de violação aguarda doze horas por exame do Instituto de Medicina Legal
19.08.2009 - 11:51 Por PÚBLICO, com Lusa
"Uma rapariga de 17 anos foi vítima de violação sexual na noite passada.
 Ao dirigir-se ao Hospital de Santa Maria, em Lisboa, o pai da menor foi informado que não estavam disponíveis peritos do Instituto de Medicina Legal para a examinar e que a filha teria de aguardar doze horas, sem tomar banho ou ingerir alimentos, até que fosse vista por um médico do instituto.
A razão para a espera: durante o mês de Agosto há apenas três médicos naquele serviço e na escala nocturna nenhum está disponível para realizar peritagens por falta de técnicos durante o período de férias."(notícia completa).
Como nota final é importante sim, ter-se em consideração todo o sofrimento que este homem causou a estas vítimas e ter presente que se há de facto alguém merecedor de todo o nosso apoio e solidariedade serão estas mulheres e nunca o seu algoz.
Os amigos que o visitem discretamente na prisão, onde o fero Henrique receberá por certo a justiça adequada.
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12 comentários:

Anónimo disse...

Escreves bem mas não convences ninguém. Já leste o perfil do facebook atentamente????
Acho que não?

Anónimo disse...

Digo: Acho que não. Até me deixaste nervoso.

SERGIODAUDE disse...

Obrigado pelo seu comentário.Tal como alguém referiu no grupo de apoio a Henrique Sotero, respondo-lhe parafraseando de igual modo:
"-Conhece o dia 25 de Abril de 1974??? Então aconselho-o a investigar. Liberdade de expressão."
Liberdade de expressão acima de tudo.Liberdade de concordar com os pontos de vista que me são caros e de discordar daqueles com os quais não me identifico! Bem haja...!

Carmén (Cami Riverplatense) disse...

es verdad lo ke dice este señor,en que cabeza cabe que haya un grupo hecho para defender a un violador?

Anónimo disse...

Excelente artigo!
Francamente, este é um dos casos em que eu espero que a justiça não seja branda.

Anónimo disse...

Oh Carmén...o grupo não defende um violador! O grupo defende que este violador (e todos os outros) quando acabarem de cumprir a sua pena,possam viver a sua vida?! O sr.Sérgio fala muito do 25 de Abril...e,já que fala da liberdade de expressão,essa só serve para si ou também para quem criou o grupo no facebook?! Tenho só essa pequena dúvida...

SERGIODAUDE disse...

Amigo/amiga anónimo/a... Se leu o artigo, compreenderá por certo que essa possibilidade existe na lei...Portugal não é um país de grandes estigmas sociais...Não existe um registo de sexual offenders...e de qualquer modo, assim que este senhor cumprir a sua pena poderá recomeçar a sua vida...mas terá que ter um comportamento diferente daquela que teve e ter consciência que o seu comportamento anterior afectou e deixou sequelas nas pessoas a quem atacou, forçando-as a actos sexuais contra a sua vontade.
Quanto à liberdade de expressão poderá constatar que os comentários e opiniões contrários aos meus, não foram removidos e já se mantém aquí há alguns meses e saiba que não tenciono removê-los.
Um diálogo vive da diferença de opiniões também e isto é parte da democracia participativa.
Mas é também do conhecimento geral que numa democracia os direitos são salvaguardados e os direitos de um acabam para dar lugar aos direitos dos outros...
Se por um lado defendem a integração e acho bem é bom ter em conta que provavelmente as sequelas do que aquelas raparigas passaram poderá afligí-las pela vida toda, muito para além da pena a que o senhor Henrique for condenado...

SERGIODAUDE disse...

Gostaria de perguntar aos membros do grupo que apoia o sr.Henrique Sotero : Se sois assim tão amantes da liberdade de expressão como fazeis saber, porque razão apagais todos os comentários contrarios à vossa opinião?
Aconselho-vos a que se informem sobre o que é que diz a lei, e sobre a existência de programas de reintegração social de ex-reclusos...
Deixai-me que vos lembre que há mais queixas em relação à aplicação da lei devido à brandura das leis penais do que pela sua dureza e rigidez.
Após a saída do senhor Sotero da prisão após o cumprimento da pena que lhe couber, a verdadeira reintegração caber-lhe-á a ele...estará nas mãos dele...

Anónimo disse...

Cristo que só bem fez foi crucificado, imagina o Henrique... o ser humano é muito cruel...ninguém dá segunda chance a ninguem.

Anónimo disse...

Tenho pena de nao ter tido conhecimento deste grupo apoio a esta coisa mais cedo.
Sim, coisa, porque decerto nao estao a apoiar um ser humano.
Sò pensei mesmo em escrever isto, para me pronunciar sobre os elementos.
Constituintes desse tal grupo tinha em mente um texto cheio de adjectivos e palavroes,
Mas como tenho respeito por alguns leitores que possam ser mais sensiveis, fico apenas
Por mostrar a minha posiçao. Bem haja a todos
menos aos elementos do tal grupo aos quais desejo pior sorte do que a coisa...

Ricardo Angelino disse...

Eu so digo uma coisa em relação a isto, esse grupo defende que o predador podia ser alguém da nossa família, logo devíamos mostrar compreensão e perdoar o que ele fez dando lhe nova oportunidade de se integrar na nossa sociedade. Pois a essas eu peço que pensem que ao invés do terrível nojento desumano predador, que pensem que uma das vitimas podia ser sua filha, mãe, avo, irmã.... Como pensariam nessa altura? Continuariam a apoiar a causa do monstro no facebook?

Anónimo disse...

Pode ser integrado novamente depois de lhe cortarem os testículos e depois de todos os dias durante 20 anos ser violado com muita força naquele rabiosque, ai concordo que voltaria a ser integrado para servir de exemplo ao próximo que se lembrar de querer violar meninas inocentes e com uma vida toda pela frente! Mais proponho que se crie uma pagina no facebook onde nao podemos deixar cair isto no esquecimento nem daqui a 20 ou 1000 anos

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